Jurassic Park – Mega Drive

Jurassic Park para Mega Drive foi desenvolvido pela BlueSkye Software e Lançado pela SEGA em 1993 aproveitando o lançamento do filme o qual o jogo foi baseado.

Jurassic Park é um jogo de ação de visão lateral (o famoso Side Scrolling) e apresenta dois personagens com missões diferentes de um do outro.

O primeiro é o Dr. Alan Grant um dos personagens principais do filme. Digo um dos principais por que com certeza o Tiranossauro Rex no filme seja praticmente o principal personagem.

O segundo personagem um representante dos dinossauros, é o Velociraptor.

Claro que com isso cada personagem possui habilidades.

Dr. Alan Grant: Por ser humano é lógico que o Dr. Grant não vai sair por uma ilha cheia de dinossauros sem armas, mas existe alguns porém. O doutor não é um soldado e sim um cientistas e prefere estudar os dinossauros e mante-los vivo ao invés que sair matando eles então todas as armas do Dr. Grant são não letais. Dardos tranquilizantes, armas de choque e granadas de fumaça são suas armas e por os dinos somente para dormir quer dizer que eles pode acordar e voltar a te atacar, mas demora para acontecer. Dr. Grant tem uma única arma letal na verdade e é um lança foguetes sabe com o é né, tem um Tiranossauro Rex a solta no parque.

Velociraptor: Com o nosso amigo dinossauro não existe conversa mole com ele são garras e dentes. Os humanos que ele enfrentam não estão afim de preservar a vida dos dinos, eles usam armas letais, mas eles são bem frágeis e morrem fácil e só o fato deles pular na cabeça deles eles já são eliminados. Com o Velociraptor você também enfrenta outros dinos que tão são derrotados através de garras e dentes.

Os gráficos do jogos são ótimo e os personagens, sejam eles os principais ou os inimigos, possuem uma boa animação sendo o mais real e suave possível indiferente do tamanho do personagem. Os cenários de fundo foram muito bem trabalhados para que você, na era 16 bits, tivesse a melhor ambientação possível como faixo de luz passando entra as folhagens da floresta, corredeiras, regiões mas desérticas e até mesmo nas telas finais como o laboratório e claro muitos gráficos digitalizados incluindo o T-Rex que foi feito por digitalização de fotos do modelo do filme. Um grande ponto positivo para BlueSkye.

A história do jogo segue a a história do filme onde um projeto cientifico recirou e deram vida a criaturas extintas através do DNA delas encontrada em um mosquito preservado em ambar. A ilha do projeto era para ser uma atração publica. Durante a visita do Dr. Grant a ilha uma queda de energia acontece e as cercas eletrificadas pararam de funcionar os dinossauros fogem. O jogo começa nesse exato momento quando o Dr. Grant acaba encarando o próprio T-Rex na fuga dele.

Uma coisa que eu gosto de reforçar quando faço uma matéria sobre jogos baseados em filmes ou séries é que quem viveu nas décadas de 1980/1990 esses jogos baseados em series e filmes eram vistos como “coisa do outro mundo”. Eram sucessos garantidos porque já vinham com o peso do nome do filme/serie e o sucesso era garantido na visão das produtoras e na visão do jogador era como viver a aventura do filme em casa tomando decisão pelo personagem principal, era participar do filme, era viver o filme por isso era “coisa do outro mundo”. Hoje filmes são fáceis de achar e assistir, mas na época filmes era somente no cinema ou locadoras, comprar filme era quase impossível, mas lógico que com o passar do tempo o home vídeo ficou popular e fitas VHS começaram a ser compradas ao invés de alugadas, mas mesmo assim se queria ver um filme diferente deveria alugar. É nesse cenário que jogos baseados em filme/séries faziam sucesso independente se era bom ou ruim.

Agora Jurassic Park para Mega Drive é um grande jogos mesmo que se ele não tivesse Jurassic Park como nome seria um ótimo jogo Esperam que tenham gostado da matéria que embora seja um pouco curta, o jogo em si é um pouco curto em menos de uma hora você pode termina-lo, mas Jurassic Park é daqueles jogos que precisam ser jogados. Boa Jogatina e até mais.

Akuji: The Heartless – PlayStation

Quem teve um PlayStation com certeza teve sempre um leque grande de opções de jogos e dos mais variados gêneros e com certeza em algum lugar ou em alguma revista de games um jogo chamado Akuji – The Heartless que trazia na capa um guerreiro com uma mascara feita de ossos e uma lâmina em forma de asa membranosa em cada braço. Bem era algo diferente e geralmente a maioria “torce o nariz” para novidades a não ser que alguém diga que é muito bom, enfim para garantir vendas do jogo e evitar um certa rejeição do jogo pela mídia e jogadores a Eidos estampou na capa do jogo que incluía a as demos de Legacy of Kain Soul Reaver e Tomb Raider III.

Será que alguém compraria um jogo somente pela demo de outro jogo? É uma situação chata. Da impressão que a própria Eidos não confia na qualidade do jogo. Então seria essas demos uma aviso ao jogador que o jogo é ruim?

Depende. Na época de seus lançamento Akuji foi um jogo mediano, mas se você nunca jogou ele e vai jogar nos dias de hoje você vai achar ele uma porcaria, mas é injusto dizer que o jogo é uma droga comparando com a jogabilidade de jogos de hoje em dia e é a jogabilidade que irá fazer muita gente reclamar, mas na época ele tinha a jogabilidade do Gex: Enter the Gecko já que a engine do jogo é uma variação da engine do Gex. Resumindo, só é possivel analisar esse jogo pelas “lentes” de um jogador da época do lançamento 1998.

Akuji – The Heartless é um jogo ruim? Não. Ele não é, mas é um jogo mediano algo do tipo mais do mesmo e são raras as empresas que conseguem fazer jogos mais dos mesmos (como a Koei) e ainda serem sucessos. Akuji era para ser um Tomb Raider com temática sobrenatural. Conseguiram, mas sem o carisma de Tomb Raider.

O jogo também tem um algo de Soul Reaver na hora do combat contra inimigos (opa! Tomb Raider e Soul Reaver estão na capa do jogo. Será coincidencia?) e se você gosta de quebra cabeças você terá um monte para serem resolvidos.

Akuji é sacerdote guerreiro vudu (ou voodoo em inglês) que foi morto no dia de seu casamento, ele teve seu coração arrancado (por isso que o nome do jogo é Heartless, sem coração) e agora ele foi amaldiçoado a vagar pelo mundo espiritual.

Kesho é a noiva de Akuji e ela consegue falar com ele em forma de espirito e conta que foi o irmão dele Orad que planejou a morte de Akuji e agora as famílias de Akuji e Kesho estão preparando para guerra e Orad a mantem como refém para sacrifica-la aos deuses.

No mundo espiritual ele encontra o Loa Barão Samedi (Loa é uma especie de espirito guia, uma especie de santo e Barão Samedi é o responsavel pela entrada do mundo dos mortos e ressureição) e Akuji descobre que tem um jeito dele se redimir e voltar a viver, mas ele deveria recolher as almas de seus ancestrais para o Barão Samedi.

E é assim que começa o jogo e sua viajem pelo mundo espiritual.

Os gráficos do jogo são bons para a tecnologia de época e a musica da o clima, não é ruim tem até tambores que lembram os tambores africanos, mas como o jogo tudo é mediano.

Akuji – The Heartless não é uma unanimidade no mundo gamer, mas mesmo assim é uma boa experiencia, vale a pena jogar ele e dedicar umas horinhas.

Como eu digo. Não existe jogo ruim, o que existe um boa ideia mal executada.

Espero que tenham gostado e até a próxima boa jogatina

Legend – Super Nintendo e PlayStation

A cada nova geração de videogames um se destaca por ser a vitrine de vários jogos das mais variadas qualidade e gêneros seja por contrato diretos entre as empresas produtoras de jogos e a dona do console ou por facilidade para fazer jogos para determinado sistema e claro o fator principal que é a aceitação do publico por determinado console. Na era 16 bits foi o Super Nintendo que em sua época foi a soma de todos esses fatores que citei acima desde contratos a aceitação do público e com isso muitos jogos de pequenas e médias produtoras chegaram ao publico geral e muitas pequenas joias surgiram. O jogo de hoje é um joia esquecida do publico geral, mas não de quem jogou mesmo ele na época.

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Legend é o jogo e beat’m up é seu gênero embora algumas pessoas classificam o jogo como um hack’n slash, mas são detalhes pequenos perto da diversão.

Legend é ambientado em mundo medieval onde Beldor, o Maleficente, reinou como um déspota sobre o reino de Sellech por mil anos. Tudo era caos e destruição. Muitos cavaleiros foram em uma cruzada final para destruir Beldor mas nenhum retornou. O povo uniu-se, construiu heróis energizados e aprisionou a alma de Beldor. Agora, Clovis, filho corrupto do Rei de Sellech, quer aproveitar o poder de Beldor e conquistar o reino.

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Essa é uma tradução direta do testo da apresentação do jogo.

O jogo é para um ou dois jogadores onde Kaor (primeiro player) e Igor (segundo player).

No jogo você terá itens que irão ajudar você e muito, pois o jogos não é nada fácil. Você conta com magia também que são os fracos que caem dos inimigos quando você elimina eles, algo parecido com Golden Axe, você também verá que ao derrotar inimigos eles deixam cair algumas chaves e essas chaves serão usadas para abrir alguns baús.

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Legend tem gráficos muito bem feitos e personagens muito bem desenhados (destaque para os zumbis no pântano) e cenários bem legais e bem construídos tem alguns que são bonitos pra caramba e isso da uma ótima ambientação ao jogo. Só existe um ponto negativo que acho que 10 entre 10 jogadores irá comentar isso, a lentidão dos personagens para andar, eles são um pouco lento como se pesassem toneladas para andar, mas a jogabilidade de Legend é muito boa e a voadora do personagens é o melhor golpe do jogo, mas tirando esse detalhe da lentidão não creio que haja mais nada de negativo para um jogo de Beat’m up.

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Se você realmente nunca ouviu falar de Legend para Snes não se preocupe a única menção desse jogo no Brasil foi feita na revista SuperGamePower e na época foi o único meio de saber sobre o jogo sem joga-lo diretamente.

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A quem duvida do sucesso do jogo, mas ele teve sucesso suficiente para a Seika que resolveu fazer um remake para a nova geração que videogames que surgia depois da era 16 bits e em 1998 quatro anos após a versão original uma nova versão chega ao PlayStation que etão agora é a nova vitrine de games cargo que era do Snes.

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So que o jogo saiu muito diferente para ser considerado remake mudou tudo no jogo menos o nome e o logotipo Legend.

A história é diferente ela é assim:

Há caos e desespero no reino de Tovakia. O irmão criminoso do rei foi exilado para viver como um fora da lei nas bordas exteriores do mundo depois de várias tentativas violentas de assassinar o rei e assumir o trono. Saturado de ódio e ganância, o irmão não permanecerá no esquecimento por muito tempo. Ele frequenta um Feiticeiro das Trevas para aprender os poderes do mal e da magia negra. O Rei não se sentirá seguro por muito tempo. Depois de anos de estudos, o irmão maligno se torna um Feiticeiro das Trevas e está pronto para enfrentar seu irmão o qual odeia com todo o seu coração frio, mas ele não pode fazer isso sozinho. Ele precisa de um exército, uma força de guerreiros para romper as defesas de seu irmão. Ele, portanto, se volta para Morlock o Soulthief para ajuda e apoio. Os demônios malignos concordam com os esquemas viciosos do Rei.

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Viu? Bem diferente da história do Snes.

O jogo agora é em 3D e possui três personagens ao invés de dois do jogo anterior e nem os personagens do anterior não estão nesse jogos. Todos os três personagens são novos (eles levaram a palavra remake a serio mesmo)

Legend para PlayStation traz também a possibilidade de trocar de armas, são oito a disposição.

O personagens possuem características que influenciam muito ao utilizar as armas. Como eu disse são três dois homens e uma mulher.

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Personagens

Axel – É o personagem mais equilibrado dos três. Possui habilidade com todas as armas.

Tara – Agilidade é a melhor qualidade dela ela é boa com armas leves.

Karo – O mais forte dos personagens, mas é meio lento. Sua especialidade são as armas pesadas.

Armas

Sword

Long Sword

Double Sword

Knives Stick

Heavy Axe

Crossbow

Cannon

Magic Gauntlets

O jogo é dividido em cinco Stages

Stage 1 – Dark Forest

Stage 2 – The City

Stage 3 – Arena

Stage 4 – Evil Church

Stage 5 – Dark Fortress

Embora houve grandes boa mudanças o jogo não é melhor que o jogo original.

Começando pela movimentação dos personagens, tão lenta quando dos personagens do primeiro jogo. Outro ponto importante é a voz chata que colocaram a cada luta que você começa. A cada inimigo que você enfrenta um voz fica gritando “fight” “fight”, mas só quando você fica sem enfrentar ninguém e de repente aparece alguém se você já esta lutando e aparece outro inimigo essa voz não “aparece”. Os cenários são “pobre” perto do jogo original, embora a arde 2D do jogo lembra muito o primeiro jogo. Legend para o PlayStation não é ruim ele é bom, mas se comprar com o jogo do Snes a versão do PlayStation é mais fraca, mas isso é uma opinião pessoal eu recomendo jogar os dois jogos e você tomarem suas próprias conclusões.

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Antes de terminar vale comentar uma pequena curiosidade. O primeiro jogo foi feito somente por duas pessoas que também são os fundadores da Seika seus nomes são Carlo Perconti e Lyes Belaidouni. Tudo no jogo a arte, a musica a programação tudo foram eles para conferir isso basta ver os créditos no fim do jogo, só dá eles. Na Versão do PlayStation também tem envolvimento deles. É claro, o produto é deles.

Obrigado pela visita e boa jogatina.

Tiger-Heli – NES e PlayStation

No inicio dos anos 1990 houve um grande “boom” de videogames no Brasil e para atender um demanda tão grande de pessoas ávidas por videogames muitas empresas nacionais passaram a investir nessa área sendo importando ou produzindo aqui mesmo no país.

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Foi nessa época que os primeiros clones nacionais do NES começaram a surgir. Phatom System Turbo Game, Dynavision, Bit System e o Super Charger eram os mais populares sendo um Super Charger um clone direto do Famicom.

Havia um jogo que vinha com Turbo Game e que se tornou um clássico entre os jogadores brasileiros. Feliz era o dono de um Turbo Game por que o jogo vinha juntamente com o console e quem tinha outro clone do NES tinha que recorrer a locadoras para jogar ele quando o amigo que tinha o console da CCE não queria emprestar o jogo.

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Tiger Heli é um jogo icônico no Brasil. Pode conversar com qualquer jogador com mais de 35 anos que ele vai falar muito bem do jogo.

Embora seja um jogo simples e curto e é daqueles que quando você termina ele recomeça ele tem seu charme. É possível terminar ele em 15 ou 17 minutos. Ele realmente é bem curto.

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Tiger Heli foi lançado originalmente para o Arcade em 1985 chegando ao NES no ano seguinte em 1986. Ele foi desenvolvido pela Taoplan e lançado pela Taito. No lançamento do NES foi a Acclaim que trouxe ele para o console.

O jogo não possui uma história. Simplesmente você joga com o helicóptero Tiger destruindo tudo pela tela (incluindo casas e carros civis) somente para fazer uma pontuação alta e registrar seu nome no ranking. Simples assim. Nem por isso ele não é legal, muito pelo contrario Tiger Heli é muito divertido até nos dias de hoje convido a você que nunca jogou que jogue e tire suas conclusões.

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O desafio é chegar o mais longe possível sem “gastar outra ficha”.

A musica da primeira fase é também um grande destaque do jogo também fazendo muita gente lembrar dela até hoje. A banda Mega Driver fez até uma versão heavy metal para a musica você pode conferir a musica no site deles e esta disponível para baixar.

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Anos mais tarde mais precisamente em 1996 uma coletânea com três jogos de Shmups e um deles é Tiger Heli e os outros dois são Twin Cobra I e II o nome da coletânea é Toaplan Shooting Battle 1 que foi lançada pela Banpresto (hoje a Banpresto se chama Bandai)

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Na versão do PlayStation você tem a versão do Arcade.

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Bem espero que tenham gostado da matéria. Muito obrigado pela visita e boa jogatina.

F-Zero – Super Nintendo

A Nintendo sempre foi uma empresa além de produzir consoles sempre inovadores ela criou jogos que marcaram gerações de seus fãs e até mesmo entre seus concorrentes e inovação no mundo dos games sempre esteve ligada a Nintendo.

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Com essa visão a Nintendo trouxe para o seu recém lançado console Super Famicom em 1990 um jogo que já usava os recursos do Mode 7 (um chip que tem no console e era responsável por efeitos de rotação e zoom nos jogos) que era uma novidade na época e esse jogo era F-Zero.

F-Zero é um jogo de corrida futurista, na verdade o jogo se passa em 2560 e os veículos são uma especie de hovercar que são veículos que flutuam acima do solo e até mesmo as pistas parecem estar acima do solo real, mas é melhor contar a história do jogo para você conhecer melhor.

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Como já foi dito o jogo se passa em 2560. A Terra já tinha feito contatos com outras raças do universo e muita gente fez bons negócios com essas raças. Multi-bilionários se uniram para criar uma nova forma de entretenimento baseando na Formula 1 só que com veiculos muito rápidos e que ficam acima do solo. Essa nova modalidade automobilística recebeu o nome F-Zero e levou as corridas a outros patamares de entretenimento.

Bem a história simplesmente é básica, pois até então durante o jogo não existe um história sendo contada.

O circuitos de corrida em três Ligas (dificuldades) e cada Ligas contem cinco corridas vencendo todas as Ligas você vê o final do jogo e alem de registrar suas vitórias que você pode rever na opção Record na tela inicial do jogo.

Ligas e suas pistas.

Knight League (Easy) Queen League (Moderate) King League (Hard)
     
Mute City I Mute City II Mute City III
Big Blue Port Town Death Wind II
Sand Ocean Red Canyon I Port Town II
Death Wind I White Land I Red Canyon II
Silence White Land II Fire Field

Personagens e suas naves

Piloto Veículo
   
Captain Falcon Blue Falcon
Dr. Stewart Golden Fox
Pico Wild Goose
Samurai Goroh Fire Stingray

F-Zero não é um jogo fácil ele possui elementos que traz um bom desafio para o jogador e tudo começa na escolha do veiculo que você irá pilotar.

Todos tem velocidades absurdas registradas no velocímetros, mas a forma que a nave chega a sua velocidade máxima influencia muito em determinadas pistas. Deixe-me explicar melhor isso.

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Você escolhe uma nave que tem uma aceleração rápida e que chega a velocidade final dela rapidamente e assim fica mais fácil já na arrancada assumir a primeira posição esse tipo de veiculo é bom em circuitos onde você precisa frenar muito por causa das curvas bem fechadas e assim é fácil recuperar uma posição perdida ao fazer uma curva por exemplo. Então esse seria a melhor nave do jogo? Não. Todos os carros possuem uma desvantagem que é a “armadura” deles.

Durante o jogo as naves recebem danos que irão diminuir a “vida” do veiculo seja na colisão contra o guard rail ou contra outras naves você receberá danos, mas eles podem ser reparados.

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F-Zero tem um pit-stop onde você não precisa parar e perder posição. O pit-stop é a faixa brilhante próxima a linha de partida/chegada basta passar por cima dela que uma nave ira fazer os reparos na sua nave. Fique esperto para não perder esses reparos você vai precisar, pois o jogos vai fazer você bater muito especialmente em outras naves e evite isso ao máximo porque ao bater em outro veiculo, pois o jogo tem o efeito bump car (aqueles carrinhos de batidas que tem em parques de diversões) então quando você bate em um carro você é “arremessado” e você pode bater em outro carro ou contra o guard rail e ficar batendo varias vezes e com isso vai seu carro vai ficando avariado e pode chegar a explodir e por falar em explodir você verá algumas naves brilhando na pista evite até de tocar nela por que ela esta a ponto de explodir e se relar nela ela vai explodir causando um grande dano em você.

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F-Zero é daqueles jogos que nasceram grande, já nasceu sendo um sucesso e até hoje é muito valorizado por ser o primeiro jogo da serie e por ser uma referencia para uma geração de jogadores. Além disso sua dificuldade de jogo mostra que ele não é para qualquer um mesmo na condição mais fácil ele é bem dificil talvez seja isso que chegar ao fim do jogo é uma grande satisfação.

Obrigado pela visita e boa jogatina.

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