Akuji: The Heartless – PlayStation

Quem teve um PlayStation com certeza teve sempre um leque grande de opções de jogos e dos mais variados gêneros e com certeza em algum lugar ou em alguma revista de games um jogo chamado Akuji – The Heartless que trazia na capa um guerreiro com uma mascara feita de ossos e uma lâmina em forma de asa membranosa em cada braço. Bem era algo diferente e geralmente a maioria “torce o nariz” para novidades a não ser que alguém diga que é muito bom, enfim para garantir vendas do jogo e evitar um certa rejeição do jogo pela mídia e jogadores a Eidos estampou na capa do jogo que incluía a as demos de Legacy of Kain Soul Reaver e Tomb Raider III.

Será que alguém compraria um jogo somente pela demo de outro jogo? É uma situação chata. Da impressão que a própria Eidos não confia na qualidade do jogo. Então seria essas demos uma aviso ao jogador que o jogo é ruim?

Depende. Na época de seus lançamento Akuji foi um jogo mediano, mas se você nunca jogou ele e vai jogar nos dias de hoje você vai achar ele uma porcaria, mas é injusto dizer que o jogo é uma droga comparando com a jogabilidade de jogos de hoje em dia e é a jogabilidade que irá fazer muita gente reclamar, mas na época ele tinha a jogabilidade do Gex: Enter the Gecko já que a engine do jogo é uma variação da engine do Gex. Resumindo, só é possivel analisar esse jogo pelas “lentes” de um jogador da época do lançamento 1998.

Akuji – The Heartless é um jogo ruim? Não. Ele não é, mas é um jogo mediano algo do tipo mais do mesmo e são raras as empresas que conseguem fazer jogos mais dos mesmos (como a Koei) e ainda serem sucessos. Akuji era para ser um Tomb Raider com temática sobrenatural. Conseguiram, mas sem o carisma de Tomb Raider.

O jogo também tem um algo de Soul Reaver na hora do combat contra inimigos (opa! Tomb Raider e Soul Reaver estão na capa do jogo. Será coincidencia?) e se você gosta de quebra cabeças você terá um monte para serem resolvidos.

Akuji é sacerdote guerreiro vudu (ou voodoo em inglês) que foi morto no dia de seu casamento, ele teve seu coração arrancado (por isso que o nome do jogo é Heartless, sem coração) e agora ele foi amaldiçoado a vagar pelo mundo espiritual.

Kesho é a noiva de Akuji e ela consegue falar com ele em forma de espirito e conta que foi o irmão dele Orad que planejou a morte de Akuji e agora as famílias de Akuji e Kesho estão preparando para guerra e Orad a mantem como refém para sacrifica-la aos deuses.

No mundo espiritual ele encontra o Loa Barão Samedi (Loa é uma especie de espirito guia, uma especie de santo e Barão Samedi é o responsavel pela entrada do mundo dos mortos e ressureição) e Akuji descobre que tem um jeito dele se redimir e voltar a viver, mas ele deveria recolher as almas de seus ancestrais para o Barão Samedi.

E é assim que começa o jogo e sua viajem pelo mundo espiritual.

Os gráficos do jogo são bons para a tecnologia de época e a musica da o clima, não é ruim tem até tambores que lembram os tambores africanos, mas como o jogo tudo é mediano.

Akuji – The Heartless não é uma unanimidade no mundo gamer, mas mesmo assim é uma boa experiencia, vale a pena jogar ele e dedicar umas horinhas.

Como eu digo. Não existe jogo ruim, o que existe um boa ideia mal executada.

Espero que tenham gostado e até a próxima boa jogatina

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Publicado em 14 de março de 2017, em Ação, Aventura, Playstation, Puzzle, Terror. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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