Arquivo da categoria: Beat’m Up

Legend – Super Nintendo e PlayStation

A cada nova geração de videogames um se destaca por ser a vitrine de vários jogos das mais variadas qualidade e gêneros seja por contrato diretos entre as empresas produtoras de jogos e a dona do console ou por facilidade para fazer jogos para determinado sistema e claro o fator principal que é a aceitação do publico por determinado console. Na era 16 bits foi o Super Nintendo que em sua época foi a soma de todos esses fatores que citei acima desde contratos a aceitação do público e com isso muitos jogos de pequenas e médias produtoras chegaram ao publico geral e muitas pequenas joias surgiram. O jogo de hoje é um joia esquecida do publico geral, mas não de quem jogou mesmo ele na época.

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Legend é o jogo e beat’m up é seu gênero embora algumas pessoas classificam o jogo como um hack’n slash, mas são detalhes pequenos perto da diversão.

Legend é ambientado em mundo medieval onde Beldor, o Maleficente, reinou como um déspota sobre o reino de Sellech por mil anos. Tudo era caos e destruição. Muitos cavaleiros foram em uma cruzada final para destruir Beldor mas nenhum retornou. O povo uniu-se, construiu heróis energizados e aprisionou a alma de Beldor. Agora, Clovis, filho corrupto do Rei de Sellech, quer aproveitar o poder de Beldor e conquistar o reino.

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Essa é uma tradução direta do testo da apresentação do jogo.

O jogo é para um ou dois jogadores onde Kaor (primeiro player) e Igor (segundo player).

No jogo você terá itens que irão ajudar você e muito, pois o jogos não é nada fácil. Você conta com magia também que são os fracos que caem dos inimigos quando você elimina eles, algo parecido com Golden Axe, você também verá que ao derrotar inimigos eles deixam cair algumas chaves e essas chaves serão usadas para abrir alguns baús.

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Legend tem gráficos muito bem feitos e personagens muito bem desenhados (destaque para os zumbis no pântano) e cenários bem legais e bem construídos tem alguns que são bonitos pra caramba e isso da uma ótima ambientação ao jogo. Só existe um ponto negativo que acho que 10 entre 10 jogadores irá comentar isso, a lentidão dos personagens para andar, eles são um pouco lento como se pesassem toneladas para andar, mas a jogabilidade de Legend é muito boa e a voadora do personagens é o melhor golpe do jogo, mas tirando esse detalhe da lentidão não creio que haja mais nada de negativo para um jogo de Beat’m up.

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Se você realmente nunca ouviu falar de Legend para Snes não se preocupe a única menção desse jogo no Brasil foi feita na revista SuperGamePower e na época foi o único meio de saber sobre o jogo sem joga-lo diretamente.

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A quem duvida do sucesso do jogo, mas ele teve sucesso suficiente para a Seika que resolveu fazer um remake para a nova geração que videogames que surgia depois da era 16 bits e em 1998 quatro anos após a versão original uma nova versão chega ao PlayStation que etão agora é a nova vitrine de games cargo que era do Snes.

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So que o jogo saiu muito diferente para ser considerado remake mudou tudo no jogo menos o nome e o logotipo Legend.

A história é diferente ela é assim:

Há caos e desespero no reino de Tovakia. O irmão criminoso do rei foi exilado para viver como um fora da lei nas bordas exteriores do mundo depois de várias tentativas violentas de assassinar o rei e assumir o trono. Saturado de ódio e ganância, o irmão não permanecerá no esquecimento por muito tempo. Ele frequenta um Feiticeiro das Trevas para aprender os poderes do mal e da magia negra. O Rei não se sentirá seguro por muito tempo. Depois de anos de estudos, o irmão maligno se torna um Feiticeiro das Trevas e está pronto para enfrentar seu irmão o qual odeia com todo o seu coração frio, mas ele não pode fazer isso sozinho. Ele precisa de um exército, uma força de guerreiros para romper as defesas de seu irmão. Ele, portanto, se volta para Morlock o Soulthief para ajuda e apoio. Os demônios malignos concordam com os esquemas viciosos do Rei.

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Viu? Bem diferente da história do Snes.

O jogo agora é em 3D e possui três personagens ao invés de dois do jogo anterior e nem os personagens do anterior não estão nesse jogos. Todos os três personagens são novos (eles levaram a palavra remake a serio mesmo)

Legend para PlayStation traz também a possibilidade de trocar de armas, são oito a disposição.

O personagens possuem características que influenciam muito ao utilizar as armas. Como eu disse são três dois homens e uma mulher.

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Personagens

Axel – É o personagem mais equilibrado dos três. Possui habilidade com todas as armas.

Tara – Agilidade é a melhor qualidade dela ela é boa com armas leves.

Karo – O mais forte dos personagens, mas é meio lento. Sua especialidade são as armas pesadas.

Armas

Sword

Long Sword

Double Sword

Knives Stick

Heavy Axe

Crossbow

Cannon

Magic Gauntlets

O jogo é dividido em cinco Stages

Stage 1 – Dark Forest

Stage 2 – The City

Stage 3 – Arena

Stage 4 – Evil Church

Stage 5 – Dark Fortress

Embora houve grandes boa mudanças o jogo não é melhor que o jogo original.

Começando pela movimentação dos personagens, tão lenta quando dos personagens do primeiro jogo. Outro ponto importante é a voz chata que colocaram a cada luta que você começa. A cada inimigo que você enfrenta um voz fica gritando “fight” “fight”, mas só quando você fica sem enfrentar ninguém e de repente aparece alguém se você já esta lutando e aparece outro inimigo essa voz não “aparece”. Os cenários são “pobre” perto do jogo original, embora a arde 2D do jogo lembra muito o primeiro jogo. Legend para o PlayStation não é ruim ele é bom, mas se comprar com o jogo do Snes a versão do PlayStation é mais fraca, mas isso é uma opinião pessoal eu recomendo jogar os dois jogos e você tomarem suas próprias conclusões.

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Antes de terminar vale comentar uma pequena curiosidade. O primeiro jogo foi feito somente por duas pessoas que também são os fundadores da Seika seus nomes são Carlo Perconti e Lyes Belaidouni. Tudo no jogo a arte, a musica a programação tudo foram eles para conferir isso basta ver os créditos no fim do jogo, só dá eles. Na Versão do PlayStation também tem envolvimento deles. É claro, o produto é deles.

Obrigado pela visita e boa jogatina.

Burning Fight – NeoGeo AES, NeoGeo CD, Arcade, PlayStation e PSP

A SNK sempre nos trouxe bons jogos, no minimo bons jogos, mas sua especialidade sempre foi os jogos de luta, seja no estilo 1 contra 1 ou em times como The King of Figthers e ela fez grandes jogos, mas nem só de luta vive a SNK ela tem jogos de esporte, de aventura, de corrida, de puzzle e beat’m up que embora seja um jogo de luta também esse estilo sempre foi a parte dos jogos de luta tradicionais.

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Burning Fight não é o melhor beat’m up do mundo ele é meio estranho (jogabilidade) e não é nada fácil já que ele foi criado para o jogador perder as fichas rapidamente. Lançado em 1991 para arcade logo ganhou versão caseira para o Neo Geo AES e o CD (conforme lançamento dos aparelhos). Hoje é possível encontrar no Virtual Console e para PlayStation 2 e PSP na coletania SNK Arcade Classics Vol.1.

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O jogo se passa no Japão onde a família mafiosa Casterora, juntou forças com a família Heiwa-Gumi para aumentar sua rede criminosa. Billy e Duke são enviados para o Japão pela policia de Nova Iorque para investigar e parar a Casterora. No Japão eles tem o apoio de um policial que também investiga as mafias seu nome é Ryu e agora os três usam todas as armas possíveis para impedir esses criminosos.

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A história em resumo é isso já que existe uma diferença na história entra a versão cartucho e a versão CD por que o que é descrito na capa do cartucho não caberia na versão do encarte do CD em resumo a história é a que descrevi em cima.

O jogo impressiona no inicio do jogo mesmo gráficos detalhados tanto nos cenários quanto nos inimigos.

Geralmente em beat’m ups você encontra barris e tonéis que são destruídos e podem dar itens ou não em Burning Fight praticamente parte do cenário é destrutível. Armas e itens de vida e pontos aparecem para te salvar no momento certo ou aumentar seu score.

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Com certeza você vai se impressionar pela qualidade gráfica do jogo que foi feito em 1991 em 54 megas, mas a jogabilidade e o som não empolgam tanto e a única dica que tenho para que você sobreviva ao jogo é use e abuse das voadoras é uma arma poderosa pra evitar que o inimigos já que socos não tão eficientes.

Lá para a terceira para quarta fase surge o pior problema do jogo, a mesmice e com isso vem o tédio.

Sim, o jogo vai ficando meio fraquinho e enjoativo mais pra frente, nada impressiona e os cenários ficam meio chatos.

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Como eu disse não é o melhor beat’m up do mundo, mas possui o seu charme e vale a pena jogar eu mesmo joguei para essa matéria a versão do PlayStation 2 e como eu tenho o beat’m up como gênero de jogo favorito eu sempre estou conhecendo novos jogos e “rejogando” outros e Burning Fight esta na lista do que sempre dou uma jogada mais pelo desafio de terminar o jogo sem perder uma vida que é possível, mas precisa de muita dedicação.

Espero que tenham gostado de conhecer ou relembrar esse jogo. Até a próxima e boa jogatina.

The King of Dragons – Super Nintendo

A Capcom na primeira metade da década de 1990 foi uma prolifera produtora de beat’em up e entre outro jogos, mas os beat’em up sempre marcaram a empresa e em 1991 ela lança um jogo para arcade que poderia ser considerado um Dungeons & Dragons (famoso jogo de RPG em livros e reconhecido mundialmente) genérico. O jogo pega monstros e classes de personagens do famoso RPG e recria o mundo de The King of Dragons. É certo dizer que os monstros e as classes de personagens são de domínio publico e não pertence a Dungeons & Dragons, mas The King of Dragons foi a semente de uma parceria entre a TSR (antiga detentora dos direitos de Dungeons & Dragons) e a Capcom para um futuro jogo sobre o famoso RPG “de mesa”.

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O jogo nos leva para o mundo do reino de Malus que vive a sombra de um grande mal paira sobre o reino. Gildiss despertou de seu sono. Gildiss é um velho e grande Dragão Vermelho, o mais inteligente de todos e ele possui um exercito lutando a seu comando. O objetivo dele? Se tornar o Rei dos Dragons começando pelo reino de Malus.

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O jogo é um beat’em up como já foi dito, mas se levarmos a regra ao pé da letra ele é um hack and slash pelo fato dos personagens possuírem armas para atacarem, mas a definição não define a diversão.

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O jogo possui cinco classes de personagens Dwarf, Cleric, Mage, Elf e Fighter, mantive o nomes em inglês para familiarizar melhor com o jogo. O heróis não história próprias eles são simplesmente os heróis que irão salvar o reino de Malus.

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Seguindo o estilo de RPG os personagens evoluem e consegue equipamentos melhores (mesmo que que é só a aparência física que muda) derrotando os chefe de fases. Por falar em fases o jogo possui 16 fases, bem curtas, mas bem variadas levando o jogador ao cenários medievais bem legais e o jogo ainda possui a possibilidade de dois jogadores jogarem juntos deixando a diversão melhor.

A Capcom fez um ótimo jogo no arcade e uma ótima conversão para o Snes. Conheci o jogo primeiramente para o Snes e depois joguei ele no arcade (anos depois do lançamento) e logico que a versão do arcade é superior, mas a versão do Snes é excelente tanto que sempre dou uma jogada quando estou afim de jogar alguns beat’em ups. Naquela época era o que mais próximo que um jogo chegou a um Dungeons & Dragons de ação, já que existem jogos como Eye of Beholder que é um jogo oficial de Dungeons & Dragons.

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O jogo também apareceu em duas coletâneas. Uma para o PlayStation 2 e Xbox chamada Capcom Classics Collection Vol.2 e para o PSP em Classics Collection: Reloaded. Em ambas as coletâneas são a versão do arcade.

Bem espero que tenham gostando dessa matéria e espero que você venha jogar ele e tirar suas próprias conclusões. Boa jogatina.

X-Men Mutant Apocalypse – Super Nintendo

Houve uma época que a Marvel e a Capcom redenram ótimos frutos até a compra da Marvel pela Disney era uma parceria de alta qualidade e 1994 a Capcom lançou alguns jogos com o grupo de super heróis X-Men que estava no auge no anos de 1990. X-Men vendia como água no deserto e ouso a dizer foi uma das principais revistas a fazer uma revolução editorial no nosso mercado brasileiro de quadrinhos naquela década

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X-Men Mutant Apocalypse foi lançado para Super Nintendo em 1994 pela Capcom que também foi a produtora dele. Feliz donos de Snes naquele ano.

O jogo é um beat’em up semelhante ao Marvel Super Heroes: Gem Wars (a matéria já foi publicada aqui no site) onde você segue uma linha reta para andar e não se movimenta pela tela como Final Fight.

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O jogo o professor Xavier manda uma grupo para Genosha (Seria uma pátria para toda uma nação mutante) para sabotar varias operações e estruturas da ilha e libertar mutantes que estavam sendo mantidos como prisoneiros e ao terminar essa operação eles descobrem que Apocalypse estava por tras disso. Voltando da operação em Genosha o professor Xavier descobre a intenção de Magneto e destruir Genosha através da estação espacial Avalon agora cabe os X-Men impedi-lo.

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Como eu já falei no começo da matéria Capcom + Marvel = Sucesso é fato. X-Men Mutant Apocalipse excelente jogo agrada fãs dos mutantes ou não com um desafio que não fica somente o quanto é poderoso o inimigo e sim como você vai usar os personagens durante o jogo e a dois modos de saber qual personagem é ideal para aquela fase o primeiro modo é buscar um detonado do jogo na internet (pode ajudar, mas não é tão divertido) e o segundo modo é por tentativa e erro (esse eu acho mais legal por que quando você descobre qual personagem é o ideal para quela fase o crédito dessa descoberta é totalmente sua).

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Você terá cinco personagens a escolha (manterei a grafia em inglês dos nomes):

Cyclops

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Wolverine

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Beast

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Psylocke

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Gambit

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No mesmo ano de lançamento do jogo a Capcom lançou o arcade X-Men Children of the Atom que é um jogo de luta de um contra um e como esse jogo era bem “pesado” para o hardware do Snes a Capcom sabendo que muitos jogadores gostariam de ter o jogo em seus Snes ela colocou em alguns personagens quadros de animação semelhantes ao do arcade em Mutant Apocalypse e você pode reparar no Magneto, no Cyclops e até no Wolverine como exemplos já que não iria sair uma versão do arcade para o Snes assim como ela fez com Street Fighter II.

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Espero que tenham gostado dessa matéria por que eu sei que você irão gostar desse jogo. Esse é daqueles que você escolhe as cegas. Boa jogatina e até mais.

Vigilante – Master System

É bem provável que você tenha trombado com uma maquina do jogo Vigilante em algum bar ou boteco da vida antes mesmo que fliperamas aparecerem e se você gostava de videogames com certeza você deve ter jogado esse jogo escondido de seus pais por que boteco e bar nunca foi local de criança né? Nessa época o Master System já estava no Brasil e em sua gameteca havia uma versão do Vigilante. Pronto. Se você quer jogar esse jogo basta comprar o jogo (ou na época convencer os pais de comprar ele, mas se você não tivesse o Master System as coisas ficavam mais difíceis) e é essa versão para Master System que é o jogo de hoje.

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O desenvolvimento é a Irem e o lançamento, em 1988, no Japão também é deles, mas o lançamento nos EUA foi feito pela Date East.

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Como já é de conhecimento comum, toda conversão de arcade para consoles especialmente os de 3ª geração, mas nunca uma dessas conversões atrapalhou o quesito diversão e Vigilante não é uma exceção.

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Vigilante para Master System é um ótimo jogo tirando as diferenças gráficas e sonoras o jogo é o mesmo, trazendo diversão e desafio idênticos ao arcade.

Para jogadores menos críticos o jogo esta “igual”, digo entre aspas por as diferenças são visíveis, mas esta “igual” e nem preciso dizer que para quem nunca viu a versão arcade o jogo é perfeito.

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No jogo, Maria, a namorada do protagonista foi sequestrada pela gangue chamada Rogue e deixa o aviso que se ele não parar de acabar com os “negócios” (extorsão, roubos, etc.) deles ele nunca mais verá sua namorada. Só que o nosso herói é mestre em artes marciais e não vai deixar isso barato.

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O interessante é que o protagonista não tem um nome próprio ele simplesmente é chamado de o Vigilante.

O jogo traz cinco estágios de desafios e em média você vai levar uns 20 minutos mas não pense que o jogo é fácil. Quem espera sai batendo em todos os inimigos sem levar um golpe pode esquecer. Assim como seu irmão para o arcade o jogo é um “papa ficha” mesmo que você não coloque fichas para jogar.

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Lista de Inimigos.

Capangas.

Chokehold

Mo-Punk

Dirty Jack/Club Thug/Wild Wacko (são o mesmo inimigo o que muda é a arma que eles usam)

Hitman Harry

Rouge Rider

Chefes de Fase (por ordem de fase)

Harly Hog (1º Stage)

Mad Dog (2º Stage)

Macehead the Horrible (3º Stage)

Iron Brian (4º Stage)

Giant Defiant (5º Stage Final)

Pessoal valeu a visita e até a próxima boa jogatina.

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